001 Os processos de reconhecimento são
os mais legítimos e inquestionáveis de todos os
LANDMARKS. Não admitem mudança de qualquer espécie,
pois, sempre que isso se deu, funestas conseqüências
vieram demonstrar o erro cometido.
002 A divisão da Maç.: Simb.: em três Graus é um
LANDMARK que, mais do que nenhum, tem sido preservado de
alterações, apesar dos esforços feitos pelo daninho
espírito inovador. Certa falta de uniformidade sobre o
ensinamento final da Ordem, no grau de Mestre, foi
motivada por não ser o terceiro grau considerado como
finalidade.
003 Lenda do Terceiro Grau é um LANDMARK importante,
cuja integridade tem sido respeitada. Nenhum Rito existe
na Maç\, em qualquer país ou em qualquer idioma, em que
não sejam expostos os elementos essenciais dessa Lenda.
004 O governo da Fraternidade por um Oficial que a
preside, denominado Grão Mestre, eleito pelo povo
maçônico, é o quanto LANDMARK da Ordem.
005 A prerrogativa do Grão Mestre de presidir a todas as
reuniões maçônicas realizadas onde e quando se fizerem é
o quinto LANDMARK.
006 A prerrogativa do Grão Mestre de conceder licença
para conferir graus em tempos anormais é outro
importantíssimo LANDMARK. Os estatutos maçônicos exigem
um mês, ou mais, para o tempo em que deva transcorrer
entre a proposta e a recepção de um candidato. O Grão
Mestre, porém, tem o direito de permitir a Iniciação
imediata de qualquer candidato.
007 A prerrogativa que tem o Grão Mestre de autorização
para fundar e manter Lojas é outro importante LANDMARK.
Em virtude dele, pode o Grão Mestre conceder, a número
suficiente de Mestres Maçons, o privilégio de se
reunirem e conferirem graus.
008 A prerrogativa do Grão Mestre de formar Maçons, por
sua deliberação, é outro importante LANDMARK, que carece
ser explicado, controvertida como tem sido a sua
existência.
009 Outro LANDMARK é o que afirma a necessidade de os
Maçons se congregarem em Lojas. Sempre se prescreveu que
os Maçons deviam congregar-se com o fim de se entregarem
a tarefas operativa e que a essas reuniões fosse dado o
nome de “Loja”.
010 O governo da Fraternidade, quando congregado em
Lojas, por um Venerável e dois Vigilantes é também um
LANDMARK. A presença de um Venerável e dois Vigilantes é
tão essencial que, no dia da congregação, é considerada
como uma Carta Constitutiva.
011 A necessidade de estar uma Loja “a coberto” quando
reunida é um importante LANDMARK, que não deve ser
descurado. O cargo de Guarda do Templo que vela para que
o lugar das reuniões esteja absolutamente vedado à
intromissão de profanos, independe, em absoluto, de
qualquer lei de Grande Loja ou de Lojas subordinadas.
012 O direito representativo de cada Irmão nas reuniões
gerais é um importante LANDMARK. Nas reuniões gerais,
outrora chamadas de Assembléias Gerais, todos os Irmãos,
mesmo os simples Aprendizes, tinham o direito de tomar
parte. Na Grande Loja só tem direito de assistência os
Veneráveis e os Vigilantes, na qualidade de
representantes de todos os Irmãos da Loja.
013 O direito de recurso de cada Maçom das decisões de
seus Irmãos, em Loja, para a Grande Loja ou Assembléia
Geral dos Irmãos é um LANDMARK essencial para a
preservação da Justiça e para prevenir a opressão.
014 O direito de todo Maçom visitar e tomar assento em
qualquer Loja é um inquestionável LANDMARK da Ordem. É o
consagrado direito de visitar, que sempre foi
reconhecido como um direito inerente que todo Irmão
exerce, quando viaja pelo Universo. É a conseqüência de
encarar as Lojas como meras divisões por conveniência da
Família Maçônica Universal.
015 Nenhum visitante, desconhecido dos Irmãos de uma
Loja, pode ser admitido à visita, sem que, antes de
tudo, seja examinado, conforme os antigos costumes. Esse
exame só pode ser dispensado se o Maçom for conhecido de
algum Irmão do Quadro que por ele se responsabilize.
016 Nenhuma Loja pode intrometer-se em assuntos que
digam respeito a outras, nem conferir graus a Irmãos de
outros Quadros.
017 Todo Maçom está sujeito às Leis e Regulamentos da
jurisdição maçônica em que residir, mesmo não sendo
membro de qualquer Loja. A falta de filiação já é, em
si, uma falta maçônica.
018 Por este LANDMARK os candidatos à Iniciação devem
ser isentos de defeitos físicos ou mutilações, livres de
nascimento e maiores. Uma mulher ou um escravo não pode
ingressar na Ordem.
019 A crença no Grande Arquiteto do Universo é um dos
mais importantes LANDMARK da Ordem. A negação desta
crença é impedimento absoluto e insuperável para
Iniciação.
020 Subsidiariamente a esta crença é exigida a crença na
prevalência do espírito sobre a matéria e em uma nova
vida.
021 É indispensável a existência, no Altar, de um “Livro
da Lei” – o Livro que, conforme a crença, se supõem
conter a Verdade Revelada pelo G\A\D\U\, Não cuidando a
Maçonaria de intervir nas peculiaridades de fé religiosa
de seus membros, esses livros podem variar de acordo com
os credos.
022 Todos os Maçons são absolutamente iguais dentro da
Loja, sem distinções de prerrogativas profanas, de
privilégios que a sociedade confere. A Maçonaria a todos
nivela nas reuniões maçônicas.
023 Este LANDMARK prescreve a conservação secreta dos
conhecimentos havidos por Iniciação, tanto dos métodos
de trabalho como de suas Lendas e Tradições, que só
podem ser comunicadas a outros Irmãos. O sigilo dos
trabalhos em Loja é perpétuo.
024 A fundação de uma ciência especulativa, segundo
métodos operativos, o uso simbólico e a explicação dos
ditos métodos e dos termos neles empregados, com
propósito de ensinamento moral, constitui outro
LANDMARK. A preservação da Lenda do Templo de Salomão é
o fundamento deste LANDMARK.
025 O último LANDMARK é o que afirma a inalterabilidade
dos anteriores, nada podendo ser-lhes acrescido ou
retirado, nenhuma modificação podendo ser-lhes
introduzida. Assim como de nossos antecessores os
recebemos, assim os devemos transmitir aos nossos
sucessores. NOLONUM LEGES MUTARI.